terça-feira, 27 de junho de 2017

Previdência Social: o que está por trás das reformas?

Richard Jakubaszko 
Entrevista com a respeitada economista Maria Fattorelli sobre as pretendidas reformas da previdência social. O programa alternativo Viva Roda é contraponto ao outro programa da TV Cultura.


A economista revela ainda, histórias sobre auditorias feitas em bancos centrais de vários países, como na Grécia e outros, sobre as dívidas internas desses estados que quase foram à bancarrota, e que se salvaram com uma renegociação justa com os bancos e rentistas.
Fatorelli enfatiza que já passou da hora de o Brasil fazer uma auditoria na dívida interna brasileira, e aponta até mesmo como ocorrem alguns dos trambiques do mercado financeiro, os mais comuns, para drenar dinheiro público para os cofres de bancos e rentistas. E, o melhor de tudo, ela dá o nome de alguns desses vampiros sugadores do erário público.

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Geladeiras explodem?

Richard Jakubaszko 
Definitivamente, não é normal geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado explodirem. Mas é o que anda acontecendo aqui no Brasil, na Inglaterra, e pelo mundo afora.
A causa dessa macabra situação está no marketing do ozônio e nos embalos e delírios dos ambientalistas.


No prédio londrino de Kensington, a causa inicial foi a explosão da geladeira. E óbvio que o revestimento inflamável contribuiu decisivamente para transformar o prédio numa armadilha mortal, principalmente para os que estavam nos andares superiores, mas a causa foi da geldeira. Portanto, temos a geladeira assassina.

A superintendente da polícia inglesa, Fiona McCormack, disse que o modelo da Hotpoint que deu origem ao incêndio - FF175BP - não passou por um recall e a fabricante está realizando testes adicionais. Autoridades policiais inglesas acrescentaram que estão considerando homicídio culposo entre os possíveis crimes que podem ter sido cometidos.

No edifício de 120 apartamentos e 24 andares, localizado no bairro de Kensington, havia entre 400 e 600 moradores.


Ora, como começa isso tudo? Conforme relato à pagina 36 de meu livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", no início dos anos 1990, a patente do gás refrigerante CFC (Clorofluorcarbono) expirou, e a empresa fabricante preparou-se para baixar preços e reduzir lucros com esse produto. Não contou com a concorrência chinesa, que pretendia inundar o mundo com o velho gás CFC, vendendo pela metade do preço. Ato contínuo, a empresa desenvolveu um sucedâneo, o gás H-CFC, muito mais caro, e reconheceu humildemente que o seu gás anterior, o CFC,  provocava a destruição da camada de ozônio, e que a falta desta proteção provocaria uma pandemia de cânceres de pele no mundo inteiro. Despacharam um cientista de renome para a Antártida para "medir" a camada de ozônio, e o cientista, acompanhado de enorme equipe de assessores científicos, confirmou o que dele se esperava, estava comprometida a proteção humana contra os raios ultravioleta provenientes do maledeto astro rei, o Sol, que nos aquece desde tempos imemoriais. James Lovelock, o ativista inglês, denunciou o gás CFC, fez um barulho dos diabos, pedindo sua proibição.

Na sequência, depois de muito debate, e de muitos escândalos em manchetes da mídia sensacionalista, cientistas e políticos assinaram o Protocolo de Montreal em 1992, que proibiu a fabricação e venda, em todo o mundo ocidental, do eficiente gás refrigerante, o CFC. Livraram-se da concorrência da China e continuaram com os lucros do gás sucedâneo, o gás H-CFC.

Passados mais de 20 anos a patente do "novo" gás H-CFC também caducou, mas o mundo civilizado já havia encontrado alternativas mais baratas para colocar nos compressores de geladeiras, freezers, aparelhos de ar-condicionado, e nos aerossóis, o gás butano e também o gás propano, altamente explosivos, ao contrário do inofensivo gás CFC, mais conhecido pela marca Freon. Tudo continuou indo bem, até que começassem a explodir em residências, seja por acidentes, vazamentos, maus usos, causando a morte de muita gente inocente.

Outro mercado oportunista que apareceu, como consequência do marketing do ozônio, foram os protetores solares, níveis de 2 a 60 como "fator de proteção", e as farmacêuticas ganham fortunas com esses cremes caríssimos e inúteis, endossados por médicos e dermatologistas que seguem o protocolo associativo. Os protetores solares impedem que o ser humano absorva a vitamina D, que é essencial para os ossos, e que apenas o Sol consegue nos prover.

Bom, espante-se mais: não existe a camada de ozônio. Moléculas de ozônio são mais leves que o ar, flutuam como delicadas borboletas esvoaçantes na altitude de 35 a 40 km do solo, e duram alguns poucos segundos. E a "camada" possui, quando presente, especialmente em regiões tropicais, de 5 a 15 cm de espessura. As moléculas de ozônio são efeito residual de tempestades tropicais, quando explodem cargas elétricas, os chamados raios.

No caso do acidente do prédio de Kensington, em Londres, se o leitor desta denúncia ficou abismado com o que leu acima, comprove através de pesquisa no Google, só no Brasil tivemos centenas de explosões de prosaicas geladeiras, agora tornadas assassinas domésticas.
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domingo, 25 de junho de 2017

A semana da denúncia

Fernando Brito *

Como já se tornou tragicamente rotina no Brasil, a semana política, que em outras épocas hibernaria no inverno do recesso de meio de ano, começa ao calor das expectativas da denúncia a ser oferecida pelo Procurador Geral da República contra Michel Temer.

Mesmo que não haja nela o “fato novo” que todos têm como certo, a simples sistematização, num enredo asqueroso, das falcatruas que envolveram o ocupante do Palácio do Planalto no episódio do encontro noturno, seguido da mala de seu “homem de boa índole” Rodrigo Rocha Loures, tem o potencial de chocar o país e enfraquecer ainda mais a situação de quem nunca teve o respeito da Nação e conseguiu evoluir para o nojo quase unânime dos brasileiro.

(Aliás, como se viu semana passada, quiçá do mundo)

Não se espera, por quem é e por todas as trapalhadas que fez desde que surgiu a delação de Joesley Batista, que Temer tenha algum grau eficiente de defesa contra o que vai ser sistematizado (e, talvez, revelado). E, ainda que não venham situações mais picantes, já se sabe que, com o fatiamento da denúncia, como naqueles anúncios picaretas de vendas na TV, “isso não é tudo”.

As condições de Michel Temer para manter-se no governo, embora não sejam nulas – dado o grau de cumplicidade do parlamento brasileiro – excluem completamente a hipótese de que, ficando, não seja em situação de putrefação e no equilíbrio precaríssimo de um mercado financeiro que “finge que não vê” o que se passa enquanto houver a esperança de que, com isso, algum direito se possa tirar dos trabalhadores e mais cortes possam ser feitos nos gastos públicos.

A aliança mídia-polícia-justiça, muito embora esteja devorando alguns de seus patronos políticos, produziu esta obra dantesca de um país onde são bandidos que nos governam, delatores e delatados.

Um estranho Brasil, onde estimula-se o prazer coletivo da destruição da vida política, econômica e social no altar da “moralidade”.

E de um povo perplexo, que ouviu por anos que nossa pobreza e carência vinham da corrupção do Estado e da política e, abolidas (ao menos em parte) estas, ficou mais pobre e carente.

* o autor é jornalista, editor do blog Tjolaço.
Publicado originalmente em http://www.tijolaco.com.br/blog/semana-da-denuncia/
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sábado, 24 de junho de 2017

O solo (1)

Richard Jakubaszko 
As pessoas não têm a mínima ideia do que seja um solo e as suas propriedades, especialmente os urbanos. Povos antigos aprenderam a duras penas como fazer para que os solos sejam férteis, e é o que aprendemos no vídeo a seguir. As ciências agronômicas conhecem como funciona a vida em um solo fértil, mas falta divulgar melhor esse conhecimento básico.
A parte 2 deste vídeo aparecerá na sequência.

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Chico Buarque: vai passar...

Richard Jakubaszko 
Chico Buarque comemorou 73 anos dia 19 de junho último. Já estava no ar o documentário abaixo, de pouco mais de 1 hora, onde Chico lembra em vários depoimentos o que foi a ditadura, associando isso com suas músicas daquela época e outras que vieram depois.
Vale a pena assistir, não apenas pelas músicas de Chico, mas para saber o que foi a ditadura brasileira de 1964 a 1984, apesar de ser uma amostra grátis daquela tragédia brasileira, e bem pequena, coisa que muito brasileiros hoje com quase 40 anos de idade não têm a mínima ideia do que foi e do que sofreram os brasileiros com o regime militar.


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quarta-feira, 21 de junho de 2017

O Acordo do Clima de Paris não vai mudar nada

Richard Jakubaszko  
Quem diz isso, no vídeo abaixo, é o insuspeito Bjorn Lomborg, ambientalista dinamarquês, presidente do Copenhagen Consensus Center, que aplaudiu a iniciativa do presidente americano Donald Trump ao retirar os EUA do Acordo de Paris. Como estudioso do assunto, e coautor do livro "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", fico entusiasmado e bato palmas para Bjorn Lomborg.
O vídeo (em inglês) está legendado. 

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Aécio: vamos tirar o PT do governo!

Richard Jakubaszko  
Viu só no que é que deu a raiva do mineirinho? Aécio ajudou a derrubar o PT e Dilma. Colocaram lá Michel Temer e sua quadrilha.
A gente brasileira tá cansada de tanto discurso vazio.
Diretas já, pelo amor de Deus!

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Joesley e a Globo

Leandro Fortes *
A Globo capturou as manifestações de 2013 e as colocou em sua grade de programação – com agendas e transmissões ao vivo – para fazer daquelas “jornadas” o primeiro movimento manipulado de massas com vistas a tirar o PT do poder.

Deu no que deu: em três anos, ajudou a colocar essa quadrilha chefiada por Michel Temer no Palácio do Planalto. Exatamente como fez, em 1989, quando usou seu poder de monopólio para colocar, no mesmo lugar, outra quadrilha, a de Fernando Collor de Mello.

Agora, como no caso de Collor, anuncia um desembarque triunfante, entregando Temer aos leões, mas com o cuidado recorrente de se tornar dona do processo para que, como de costume, as coisas possam mudar de tal forma que permaneçam da mesma forma que estão.

Essa entrevista de Joesley Batista à revista Época, como tudo que vem do esgoto global, tem que ser observada com muito cuidado, justamente porque nada, ali, acontece por acaso.

Não tenho a intenção de ler as 12 páginas que anunciam ser o depoimento de Joesley Batista, da JBS, à revista impressa. Nem com um vidro de Milanta Plus eu me disponho a uma coisa dessa. Por isso, me atenho ao que foi disponibilizado na internet, o que, imagino, seja o de mais importante da entrevista.

Assim, é bom prestar atenção na manchete de letras garrafais que chama para a publicação:

“Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”.

Pelo que se depreende da entrevista na internet, essa manchete é fruto de um silogismo pedestre. O que está lá é o seguinte, dito por Joesley:

“O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa”.

Sacaram?

Logo na chamada introdutória, o texto supervaloriza a entrevista porque esta teria sido fruto de “semanas de intensas negociações”.

Ora, a notícia da delação de Joesley foi publicada em 17 de maio. Há quatro semanas, portanto. Mesmo que Época tivesse entrado em contato com o empresário no minuto seguinte ao furo de O Globo, essa valorização já seria ridícula.

Por isso, algo me diz que as negociações podem até terem sido intensas, mas longe do conceito tradicional de persuasão jornalística.

Também, lá pelas tantas, Época informa aos leitores que, segundo Joesley, “o PT de Lula ‘institucionalizou’ a corrupção no Brasil”.

Bom, pode ser que nas intermináveis 12 páginas disponíveis nas bancas tenha algo mais sólido, a respeito. Mas o que tem na entrevista disponibilizada, no site da Época, é o seguinte, dito por Joesley:

“O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões”.

Ou seja, Joesley Batista tem um problema grave de metodologia, quando se trata de dar propina ao PT. Na delação formal, diz que abriu uma conta na Suíça para Dilma e Lula, mas no nome dele. E só ele tem a senha. Agora, revela que o PT “mandou dar dinheiro” para os senadores do PMDB. E acha (!) que eram R$ 35 milhões (!!).

O repórter, simplesmente, não pergunta quem do PT deu a ordem de dar dinheiro, nem quem eram os senadores do PMDB que o receberam. Nem por curiosidade.

Mais adiante, Joesley revela que Eduardo Cunha, então presidente da Câmara, pediu R$ 5 milhões para evitar uma CPI contra a JBS. Segundo Cunha, esse era o valor oferecido por uma empresa concorrente de Joesley para a tal CPI ser aberta.

Qual era a concorrente? Nenhuma pergunta a respeito.

Na mesma linha, segundo Joesley, o operador de propinas do PMDB, Lúcio Funaro, fazia a mesma coisa. Colocava-se para barrar requerimentos de CPIs na Câmara, mas o empresário descobriu que era “algum deputado”, a mando de Funaro, que protocolava as ações.

Quem era um desses deputados pagos por Lúcio Funaro? Nenhuma pergunta a respeito.

Além disso, o repórter incrivelmente não se interessou em perguntar a razão de a JBS ter dado R$ 2,1 milhões a Gilmar Mendes, a título de patrocínio de uma faculdade da qual o ministro do STF é sócio.

A não ser que essa pergunta esteja nas tais 12 páginas, estamos diante de um lapso jornalístico bastante curioso.

Então, é o seguinte.
A Globo decidiu capturar, também, o #ForaTemer, depois de ter sido a protagonista do golpe que colocou essa gente no poder. Por isso, mantém Joesley Batista acorrentado a si.

Quer, outra vez, estar à frente do processo de sucessão presidencial para manter seus negócios e interesses intocados. Para isso, precisa de um presidente eleito indiretamente por esse Congresso vil e repugnante resultado, justamente, das tais jornadas de 2013.

Joesley Batista, ao que parece, é o novo Pedro Collor, o irmão-delator que a Veja usou para derrubar o “caçador de marajás” que ela ajudou a criar junto com a Globo – e que foi enterrado pelas duas com a mesma desfaçatez com que pretendem se livrar, agora, de Michel Temer.

* o autor é jornalista.
Reproduzido do blog Cafezinho: http://www.ocafezinho.com/2017/06/17/leandro-fortes-globo-usa-joesley-para-capturar-o-foratemer/

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sábado, 17 de junho de 2017

Faculdade Pitágoras: a nova meca dos céticos ambientalistas

Richard Jakubaszko 
Parabéns ao Fabrício Fernandes, estudante do último ano da Engenharia Ambiental da Faculdade Pitágoras, de Governador Valadares (MG), pela apresentação da sua TCC (Tese de Conclusão de Curso), orientado pela professora Andiara Assis, e que desconstrói a grande mentira do aquecimento e das mudanças climáticas.
Me senti orgulhoso de ter exercido influência junto ao Fabrício, que leu meu livro, o "CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?", e vai usar a obra como uma das referências do seu TCC. O trabalho acadêmico e curricular de Fabrício Fernandes, com certeza, pode se tornar mais uma das referências nesse tema, que anda muito rarefeito de estudos acadêmicos e científicos, pois as academias exercem uma censura severa aos céticos ambientalistas.
No vídeo a mensagem:

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

O longo sangramento do Brasil

Fernando Brito *
Já está claro que o Brasil seguirá, por um bom (ou mau, aliás) tempo sangrando e paralisado.

Ciente que o controle de Michel Temer sobre a mixórdia parlamentar que impera na Câmara dos Deputados, Rodrigo Janot “fatiará” as denúncias contra Michel Temer, ao mesmo tempo em que acelera os inquéritos sobre o seu entorno político.

Na Folha, o Painel diz que o “time” de Janot ” faz planos para impedir que Michel Temer consiga ganhar fôlego no Congresso após a apresentação da primeira denúncia contra o peemedebista, na próxima semana. O grupo estuda entregar ao Supremo um segundo pedido de ação penal contra o presidente antes mesmo de a Câmara decidir pela aceitação ou não da queixa inicial”.

Não se sabe até quando o mercado financeiro vai sustentar a farsa de fingir que não vê o que qualquer um sabe: uma economia já extremamente debilitada não pode permanecer estável em meio a uma tremenda crise política.

Mas vamos continuar brincando de bangue-bangue, com os nossos delegados federais promovendo tiroteios na rua principal.

Haverá bala perdida para todo lado.

E, quem sabe, durante muito tempo, uma cidade-fantasma, onde a desolação é o único cenário.

* o autor é jornalista, editor do Tijolaço.
Publicado no Tijolaço: http://www.tijolaco.com.br/blog/o-longo-sangramento-do-brasil/

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Lula e Aécio no mesmo time de futebol...

Richard Jakubaszko 


O fato aconteceu nos anos 1980, mais precisamente, em 1988, quando a foto acima foi feita. Os dois jogavam futebol juntos toda semana, no campo de futebol do Corpo de Bombeiros, em Brasília.
Lula era lateral-esquerdo e o mais animado da turma, enquanto Aécio atuava no meio-campo. Imagine esses dois fazendo combinações pelo lado esquerdo.
A "pelada" era chamada de "Futebol da Constituinte". Imagina só essa turma marcando pelada...  Além da dupla, vários outros personagens da política brasileira participavam da brincadeira.

Na foto é possível ver.
Em pé, da esquerda para a direita: Maguito Vilela (GO), José Richa, Antonio Patriota (PE), duas pessoas não identificadas, Luiz Alberto Rodrigues, Lula, Cássio Cunha Lima (PB), Eduardo Jorge, outro não identificado e Paulo Delgado.
Agachados: Lysâneas Maciel (RJ), Luiz Gushiken (SP), morto em 2013, Lézio Sathler (ES), Valmir Campelo (DF), Aécio Neves (MG), dois não identificados, Vitor Buaiz (ES) e outra pessoa não identificada.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Tatoo na testa? Agora é moda...

Richard Jakubaszko  
Todo mundo viu, né? O moleque que foi tatuado na testa com a frase "Sou ladrão". Em tempos de direitos humanos, parece que voltamos ao medievalesco...
Mas os memes proliferam, e todo dia vira sábado de Aleluia, cada um massacrando seu Judas preferido. Desta vez, foi o Aécim... Hilário, porque o currículo é longo...
Meme foi enviado pelo amigo Gerson Machado, de algum lugar do planeta, mais possivelmente das Minas Gerais
  

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